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terça-feira, 1 de maio de 2012

Todo tempo

Dois mil e doze... até as previsões de um possível "fim do mundo" estão prestes a se concretizar (ou não) e muitas coisas ainda não se encontram no lugar. Palavras do passado que me fazem pensar em reabrir as portas que a muito foram trancafiadas: "talvez isso seja necessário, talvez os verdadeiros erros estejam atrás das portas trancadas e só a reabertura e o enfrentamento possam trazer a solução". Não há trancas que guardem ou escondam tantos segredos, tantas verdades, tantos medos. Não há fuga para tantas curvas deste tortuoso caminho. Nada se dissolverá com o tempo. Não mais.


Abrindo e fechando portas enquanto observo se ainda há grades nas janelas que a alma compilou. Não trago de volta coisas do passado, mas coisas do presente, que não se permitiram esquecer. Receios não cabem ou sobram a essas questões, apenas o desejo singelo do bem-estar particular. Estrelas que a escuridão da noite não apagou. 

Maldoso tempo que castiga, que judia sem permitir evolução. Gentil tempo que traz novidades e oferece oportunidades jamais vivenciadas em qualquer outro ponto dessa caminhada. Arteiro tempo que mexe e remexe num baú de sensações e sentimentos que se misturam, se perdem e se cruzam, sem encontrar uma resposta saudável para justificar o roteiro do conto sem fadas. Nunca fui bom em lidar com o tempo, deveras. Deve ser por isso que insisto em dizer que 'não muito' viverei pois, de tempo, pouco entendo, e parece que pouco ele me entende também. Nunca nos demos muito bem, ou então nos demos tão bem que começamos a nos repelir. Caminhando lado a lado porque não parte de mim a escolha. Ele é supremo em suas artimanhas, enquanto sou apenas espectador. 

Abro e fecho portas com trancas que o tempo não foi capaz de romper. 
Esconda os sonhos e deixe apenas o silêncio, por favor.


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Simples louco racional

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Esse coração hoje transborda de paixão... paixão? Não... amor... o mais simples, puro e belo dos sentimentos... e se transborda, se faz necessário que eu divida isso com alguém, antes q essa imensidão possa me afogar...

A noite pela rua, dou risada feito bobo... ando desnorteado em meio a cruzamentos e avenidas... com uma sensibilidade amplamente aguçada... observo os pequenos sons ao redor... não carros, nem sinais ou buzinas... mas o vento soprando no ouvido, o chacoalhar das folhas, até mesmo a velocidade do ar ao encher os meus pulmões...

Nenhuma palavra... somente eu e a noite... ainda assim, sorrio para o escuro, para o silêncio, para o meu bem estar... desfruto das novas percepções... desejo... exponho... então falo... nada mais ficará guardado.

Ainda que eu não veja as borboletas, eu sinto elas na barriga.... depois de algum tempo adormecidas, elas voltaram a voar ^^

PS . . . [ainda não terminou]


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sexta-feira, 26 de março de 2010

Tem sabor de loucura xP


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Os loucos são os que fazem tudo intensamente...
são os que vêem grandes riquezas em coisas simples...
são os que riem quando devem chorar...
são os q choram sem querer aceitar...
são os que vivem para amar...


O mundo aos loucos pertence...
pois somente os loucos seriam capaz de amar...
e curtir a vida tão intensamente...

No mundo dos loucos não há calendários...
pois a contagem do tempo não é mais importante...
em meio a distância entre 2 corações...

Ser louco não exige referências...
apenas o súbito desejo em viver a vida
como se o mundo inteiro terminasse hoje ^^

Somos loucos...
uma loucura dividida... multiplicada...
maximizada pelo tempo... de agora em diante...

... faça parte das minhas loucuras =P

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