sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sob um efeito borboleta...

Queria eu saber a forma certa de amar
dominar a fórmula dos sentimentos que tanto agridem meu peito
que controlam esse coração que pulsa sem cessar
aprender... aceitar... compreender... perdoar... não magoar

Quem dera amar como os rouxinóis
que cantam aos ouvidos as mais belas canções
Ou amar como as flores
sensíveis e belas... com um perfume hipnotizador

Poder amar como o sol
que te aquece a alma, com suas ondas de calor
Amar com a chuva que inunda
que refresca... e, em gostas, dança pela sua pele

Poder amar como o vento... como o ar...
que enche os pulmões, inflando o peito
com o vento que te envolve a mim

Queria amar como um pinguim...
aquele amor eterno... do amor sem fim...

Mas eu amo como borboleta
q foge do seu casulo de reclusões...
lembranças, memórias, desejos, receios...

Borboleta... hoje... de asas perdidas...
que novamente lagarta, ao casulo retornará

Será que essa simples borboleta saberá um dia responder
qual é a forma certa de amar??




Nos devaneios desse efeito borboleta
eu encontro as mais belas canções
não nos rouxinóis... mas nos sons da sua voz..
O melhor perfume não está nas flores
mas no seu corpo quando deito em braços teus

O calor mais intenso não é o do sol
mas o da nossa união, o seu abraço, sua pele colada em mim
O toque que me satisfaz não é o do vento
mas sim a sua respiração, passeando pelo meu pescoço

Eu trocaria o frescor da chuva, só pra provar mais uma vez
o sabor de um beijo seu...

Encontrei meu pinguim... mas é tão fácil assim
nesse mundo agitado ele partiu...
perdido no mundo... se afastando de mim

Só me resta ser borboleta de novo...
começar uma nova história...

.... e esperar por um novo fim...


.


Coração... diz pra mim
porque é que eu fico sempre desse jeito
Coração... não faz assim
você se apaixona e a dor é no meu peito

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